jeudi 20 août 2009

desenterrando.


Tenho medo de ver teus abraços e aninhar-me em teus braços.
Tenho medo de sua boca parecer-me doce e em mim cair cheia de vontades.
Tenho medo dessas vontades não serem só suas, serem NOSSAS.
Medo do obscuro não saber, do enorme tempo vão que se entrepõe entre nós.
Medo da espera.
Medo das estrelas, antes amigas de nossa solidão, agora ajudantes de nós amantes.
Medo do queimor que sinto ao lhe pensar.
Estou assustada, confesso calada às palavras que insistem em me perturbar.

vendredi 7 août 2009

Justamente doce

Justamente doce, sincero ardor
Olvido meu juízo, apreciar-te aprecio
Agradecido, natureza de flor
Nos devaneios sutis, horas a fio

Ausente já és sublime, tão linda
Mais encantadora, explico
Custa encontrar-te, isso fascina
Aprecio viver você, confirmo

Luz, olhos irradiantes
Destrói corações errantes
Encanta, inspira o pecador

Inexiste formosura igual
Reafirma a mulher divinal
Anestesia a razão, desperta o amor!*




*Texto de P.! um amigo querido

dimanche 2 août 2009