mercredi 20 août 2008

mercredi 13 août 2008

Para um alguém especial!

E por falar em café, que tal tomar um? Ao som de... “It had to be you. it had to be you, I wandered around and finaly found...” 1

Por do sol, Expresso e conversa de vontade, de historias, de desejo.
Fazer acontecer e estar presente, como nos ‘inferninhos’, fazendo sua dancinha de ombros petulantes e impetuosos, enquanto rouba quibe na mesa ao lado!

Sei lá, me pareceu suavidade demais para alguém tão encantadoramente atrevida para a vida. Me perco em pensamentos tentando vislumbrar o grau de efeitos e reverberações que se coloca por sua conta e risco, e são só coisas boas, muito boas, energia ruim só de homens de preto insuportavelmente irritantes com latinhas feitas de cinzeiro na mesa ao lado.
Coração acelerado e apertado por um algo que não deveria atormentar, uma presença que inebria e faz contagio...
Outro café, verborragia inevitável, inapropriada talvez, mas necessária.
Falta açúcar? Espera... Agora outra!Like the wind that shakes the bough 2 He moves me with a smile

Sardas, cachos, Rio… dilúvio de emoções e sensações!
Toma o que teu, joga na cara do desejo e se apropria do poder que você ignora ter.
Faça dele tua vontade e grite, faça, corra...
Não confunda Madeleine Peyroux com Billie Holiday, por favor!!
Tomada de consciência do poder que tem, da beleza e atração que reverberam, ponto.
Aceite e se aproprie... o filho é teu...
O sol ta se pondo, e acabou meu pó!! Cadê o moedor???
Mais cafeína? Ou Reserva do Gerente ta bom?

Bigmouth Strikes Again!



1 - Billie Holiday - It Had To be You
2 - Billie Holiday - Crazy he calls me

mardi 12 août 2008

TEXTO RETIRADO PROVISORIAMENTE

dimanche 10 août 2008

Poemeto pornô.


Procurava em todo canto, algum sinal de suposto desvio. A cristandade não deixava vestígios da vida nada sacramentada compartilhada minutos atrás. Claro! Obviamente que aquelazinha magrela e descabelada não lhe despertava desejos sujos. ÓBVIO! Purificado estará. Gostava mesmo era de charfundar junto à porca branca e gorda... Sussurava arfante ao pé do ouvido, delícias pornográficas com palavrões e língua desinibida. Muito cuspe e suor, um mela mela pra não soltar jamais. Ao mesmo ouvido, raspava-lhe a barba baixa e mal feita, em tom quase juvenil. Enquanto isso, enfiava-lhe os dedos longos ao fundo de sua xoxota. Sim, xo-xo-ta. Chulo e sujo, como realmente és. E gozava horrores, fingindo amor - a quem lhe implorava - o que eram seus muitos pecados. Abocanhava-lhe os seios com ardor, entreolhava-lhe com toda a piedade escrota que conseguia. Venceu o nojo de chupar-lhe por desejar, enfim, chupar outréns. Batia-lhe as costas contra sofás, paredes, pilastras. De costas, arranhava-lhe a cara na mesa da cozinha. E nem prato de comer ela era. Nunca foi. Por ele, nunca será. Esquentava-lhe para esfriar. Para emudecer e apagar. Gemia feito uma safada - assim ele a fazia, dizia, queria - uma sem vergonha, uma sem valor. Calou-lhe os gemidos, desbotou-a sem desabotoá-la. O cheiro dele era péssimo. Fedorento, forte. Encrustava-lhe na pele, e lhe custava noites de choro e rancor. Grosso, sujo, fedorento, asqueiroso. Juntando (sem juntar) a beleza dela que se apagou. Enjoada, vomitou-lhe o gozo. E ele, o seu amor.