dimanche 3 octobre 2010

Pas grrrrave.

Para de me olhar, por favor. Me sinto só. E nua. Me escondo nas penumbras, me arraso, não me conforto. Saio um pouco do chão, fumo, bebo. Por que não? Um não é ruim. Ainda mais com um "até mais, a parrí". O que quis dizer? Eu não entendi. Meu corpo deseja como um bicho, não nega ao que veio. E me assusta, como sempre. Teu corpo esguio, comprido, estranho, estrangeiro. Em mim.. Me faz pensar e rir. Sozinha. "Tu ai raison". Me ajuda, rapaz. Não me faz sofrer! Nem me resolver posso, não tenho pernas, nem dedos, nem cu. Danço por estravasar demônios, anjos e o que mais tiver. Se você não pode, posso eu. Teu cheiro. Forte. Que fica. Partout. Le monde. Em mim, sem ter. Uma dança, a deux. Meia luz. Um desejo? Muitos. Dans la tête, quem me segura? Mãos duras e cruas. Sorrisos que me ma-tam. Aos pouquinhos. De tempos em templos, je te remplace. "Porque há desejo em mim, é tudo cintilância". Cintilante, je t'espère. Mas não sou francesa: o sangue aqui é quente e dói nas veias.

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