jeudi 20 août 2009

desenterrando.


Tenho medo de ver teus abraços e aninhar-me em teus braços.
Tenho medo de sua boca parecer-me doce e em mim cair cheia de vontades.
Tenho medo dessas vontades não serem só suas, serem NOSSAS.
Medo do obscuro não saber, do enorme tempo vão que se entrepõe entre nós.
Medo da espera.
Medo das estrelas, antes amigas de nossa solidão, agora ajudantes de nós amantes.
Medo do queimor que sinto ao lhe pensar.
Estou assustada, confesso calada às palavras que insistem em me perturbar.

3 commentaires:

Laís a dit…

sentir esses medos faz parte,mas nada melhor do que a adrelina do "arriscar-se"!

Samya a dit…

ai senhooooooooora!!!
te entennndo ta!!!
lindo texto!
foto mto boa tb!

bjs linda

Roberta a dit…

Esse texto é a cara do seu momento!
Se jogaaa, pintosa!
Paula arrasou

beijo